Arquivo de 2010
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APANHADOR SÓ NA CASA VERDE
Fila na casa verde. Noite e neblina na Santa Maria de ontem, dia 26 de junho. Uma nuvem cinza de umidade se espalha, mas não repele os frequentadores do Macondo Lugar, casa de shows e movimentação cultural da cidade. Ontem, a noite era da banda porto-alegrense Apanhador Só continuar a turnê de divulgação do primeiro álbum, lançado em abril. Rock, música popular brasileira, tango. Instrumentos usuais numa banda e outros nada convencionais. Publico atraído pela sonoridade, pelas composições e melodias – e por algumas outras coisas que talvez não se…
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XINGANDO MUITO NO TWITTER
Se você, caro leitor da @revistaovies, conhece o universo do microblog de mensagens de até 140 caracteres, o twitter, sabe bem a respeito do tema que tratarei a seguir. Ultimamente, temos recebido dúzias e mais dúzias de mensagens de outros usuários repudiando atitudes da mídia tradicional. Os ataques estão direcionados seja à emissora ou seja aos seus subordinados, mas o que não pode mais faltar no cotidiano de quem utiliza o site é alguém reclamando do quê ou de quem for. Plenamente natural, se levarmos em conta que o twitter…
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AGRICULTURA NO PÁTIO
As embalagens nas prateleiras dos supermercados relembram montanhas, vacas gordas pastando ao lado de um camponês feliz que com seu chapéu de palha espera, uma nona sorridente que eleva uma tigela com leite branco aparentemente saudável. A bucólica figura dos grotões pastoris e suas botoeiras jorrando fumaça pela chaminé num alvorecer frio. O mundo rural na caixa de leite condensado parece perfeito. Mas não é. Vêm da extensa zona rural brasileira, há décadas, as mais variadas e fundamentadas críticas ao sistema capitalista vigente e suas políticas favoráveis à agroindústria multinacional….
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OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE
Cinema adolescente, cinema adolescente triste, cinema adolescente em crise. Para qual tipo de público Esmir Filho filmou “Os famosos e os duendes da morte”? Talvez para qualquer espectador. Com o cuidado de gravar cenas arrepiantes e belíssimas, vide a imagem que ilustra essa resenha, quando os personagens de Henrique Larré e Samuel Reginatto fumam sobre os trilhos e as luzes desfocadas das casas desenham como fundo grandes círculos cheios de luz, o diretor iniciante em longas conseguiu fazer um filme que vale ir ao cinema. O público mais velho (consideremos…





