a Estante

 

Na estante, os interesses vão se empilhando. Livros, filmes, discos, cervejas, manuais, histórias, documentos, artigos etc. Uma fanfarra de informações que diariamente fazem as prateleiras parecerem menores no tamanho e maiores nos subsídios culturais que constroem nosso dia-a-dia. Um empilhamento de emoções e sentidos. Seja bem-vindo. Desarrume, empilhe, vasculhe.


 

MELHOR ASSIM

Teresa Cristina é, em minha humilde opinião de admirador do samba, desde meus antigos ídolos de Cacique de Ramos até os contemporâneos, a melhor sambista do ano de 2010 e deve seguir 2011 com o posto. O DVD “Melhor Assim” não poderia ter recebido título melhor. É emocionante vê-la cantar, e mais emocionante ainda, é sentir, desde que conheci sua voz, rosto e ginga, sua humildade com a plateia e com os convidados…

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pelo viés de Bibiano Girard

 

SINÉDOQUE, NOVA YORK

A paranóia que nos oprime, os medos que sufocam. O que há de vir e o que foi o passado? Qual o tempo que temos, quanto tempo passou? Quem nos rodeia, quem devo ser, quem sou, quem és, quem são? Qual remédio tomar, qual emagrecedor usar, qual calmante abusar, como descobrir quais doenças temos…

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pelo viés de Bibiano Girard

 

O GENERAL EM SEU LABIRINTO

Gabriel García Márquez já era um ganhador do Nobel de Literatura e um renomado escritor quando, em 1989, lançou “O General em seu labirinto”. Nos “Agradecimentos” da edição brasileira do livro García Márquez confessa que a ideia de narrar os últimos dias de Símon Bolívar, em especial a última viagem que fez, pelo Rio Magdalena, não fora sua, mas de Álvaro Mutis, seu amigo, poeta e escritor.

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pelo viés de João Victor Moura

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HISTÓRIAS DE CASARES

“Escrevo histórias fantásticas porque minha mente as suministra, porque sou feliz escrevendo-as e porque desde muito cedo senti como uma incongruência o fato de que esta vida que temos possa bruscamente cessar” é o que diz Adolfo Bioy Casares no prefácio de seu livro, Histórias Fantásticas.

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pelo viés de Liana Coll

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UM INCOMPARÁVEL ARTISTA DA VIDA

Por muitos, ovacionado como o mestre do conto. E há razões para se elevar Anton Tchekhov (1860-1904) a tal grau de incomparabilidade no estilo que escolheu para desenvolver enredos tão simples e personagens tão tocantes e vivos dentro de nós, leitores.

Tchekhov tornou o simples da vida em história, dando menos importância aos desenvolveres das situações cotidianas e elevando as personagens ao mais importante e interessante…

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pelo viés de Bibiano Girard

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O FILHO DA NOIVA

O cinema argentino é magnífico. Se no Brasil nossa nova cinematografia engloba grandes produções, grandes cenários, elencos e cenas gigantescas à la Holywood, o cinema argentino aposta mais em películas que trazem às telas as relações humanas, e essa receita vem dando certo há anos. “O filho da noiva”, de 2002, é o melhor exemplo desse estilo de cinema mais íntimo.  Um majestoso drama sobre almas.

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pelo viés de Bibiano Girard

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O MÉTODO

“O que você faria?” (El metodo, 2005) é um misto de drama e humor irônico. Toda a trama se passa em poucos ambientes, uma sala de reuniões, corredores, banheiros, nada mais que isso. São também poucos atores, nem uma dúzia deles. E esses são, com certeza, pontos fortes, manter a tensão durante quase duas horas com pouca “ação” de fato.

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pelo viés de João Victor Moura

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O AMOR SÓ EXISTE PARA QUEM AMA

Se o amor já é difícil de ser notado entre dois, imaginemos a três. Por isto, na maioria das vezes, entre dois ou três, é um desastre: só existe para quem acha que ama; acha que ama, só imagina.

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pelo viés de Gianlluca Simi

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prateleira 5

Histórias fantásticas, Adolfo Bioy Casares; Um homem extraordinário e outras histórias, Anton Tchekhov; O Filho da Noiva; O que você faria?; Amores Imaginários; Maus, Art Spiegelman; Sorôco, Famigerado e A Terceira Margem do Rio, Guimarães Rosa; Clandestino, Manu Chao; Janela da Alma; Casa de Areia; Banda Agranel; O Caminho para Wigan Pier, George Orwell.

prateleira 4

Buenos Aires 100 km; The Life Aquatic Studio Sessions, Seu Jorge; A Origem; A Fita Branca; Diplomacia Suja; O Segredo de Seus Olhos; Andarilho; Os Espiões; Dr. Fantástico; Sem frescura, de Paulo César Pereio; Os Famosos e os Duendes da Morte; Homem Elefante e A Pele.

prateleira 3

Koyaanisqatsi; Jornal Le Monde Diplomatique; O Informante; A Banda; A Cidade Fantasma; Coletivo Muralha Rubro Negra; As Horas Nuas, Lygia Fagundes Teles; Dentro da Baleia, George Orwell; A Misteriosa chama da Rainha Loana, Umberto Eco; LavourArcaica; Taras de Tara; 500 dias com ela.

prateleira 2

As canções de amor; Marvada pinga; Gritos e Sussurros; Renato Pereira, a grande gargalhada; Lemon Tree; O livro amarelo do terminal, Vanessa Bárbara; Lula, o filho do Brasil; Avatar; Vinicius de Moraes, o filme; Paulinho da Viola Acústico; fotógrafo José Medeiros; Cinema Paradiso.

prateleira 1

Móveis Coloniais de Acaju; Flogging Molly; Nanook of the North; Lolita; Casa de Cinema de Porto Alegre; Mayrig; Translucidação, Nei Lisboa; Squirrel Nut Zippers; Eisenbahn Pale Ale; Não por acaso; Morning Glory, Oasis; Inesquecível.

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