revista o Viés

Soneto da tranquila consciência combativa proletária

Na bandeira escrevia: Revolução!

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Soneto da Vadia

Soneto para a Madalena Apedrejada.

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Soneto do cidadão de bem

Demetrio Cherobini escreve sobre “o santo-do-pau-oco moralista, que posta de fiscal da vida alheia”.

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Ode ao Pastor Parlamentar

“Quem é o pastor / que atira pedras / nas ‘Madalenas?'”. Um poema pelo viés do colaborador Demétrio Cherobini.

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[uma saliva, um tropeço]

casais de meia idade carregam suas bolsas/de supermercado,/suas dúvidas financeiras/e não me ajudarão. Poemas de Camila Costa Silva.

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LUTA DE CLASSES E OUTROS POEMAS DE MATHEUS PAZ

“Nós somos a barbárie / Eles / cidadãos civilizados”. Poemas do colaborador Matheus Paz.

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LIBERTAÇÃO – A CAMINHO DA REDENÇÃO

Sonhaste com um mundo todo teu. Viveste nas entrelinhas das metáforas. Colaboração de Fabíola Weykamp.

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A OUSADIA DE HERMES

Nasceu com asas num plano de chão e pó, mas lh’as atoraram – aberração!

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NÃO INFORMARAM PRA QUAL DOS LADOS MORA O FAZ-DE-CONTA

NÃO INFORMARAM PRA QUAL DOS LADOS MORA O FAZ-DE-CONTA, pelo viés de Caren Rhoden carenrhoden@revistaovies.com   Para ler mais poesias acesse nosso Acervo.

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A VELHA E A CABANA

  Humildes servos despertam De um sono de semblante sereno Que esconde o tumulto Obscurecido por pálpebras cerradas. De repente os servos quedam-se arruinados Por um golpe racional E independente das horas e dos locais põem-se a maquinar à luz, pupilas dilatadas   o tumulto lance-se para frente e eles acompanham o frenesi a corrida […]

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O VELHO

A justiça é moral, a injustiça Não. A dor Te iguala a ratos e baratas Que também de dentro dos esgotos Espiam o sol E no seu corpo nojento De entre fezes Querem estar contentes. (A alegria, Ferreira Gullar) Venho às letras Excomungado que fui desde o meu reparimento Da Santa Igreja da Vida Cor […]

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REENCONTRO DE DESCONHECIDOS

Reencontro de desconhecidos Eu andava, Roberto, meio perdido. Um súbito nervoso, longe de um colapso ou qualquer tragédia, mas um medo urbano, daqueles bem próprios de nossa época. Eu não via você desde os tempos em que andávamos juntos lá pelos lados do Paraguai. Quanta muamba, hein?! Não tivesse eu dado azar, quem sabe estruturar-me-ia […]

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