NÓ NA ORELHA DO CRIOLO

Quantos são os álbuns que, ao saírem do forno, já viram “o melhor do ano”, ou “da década”? Muitos. Não foi diferente com Nó na Orelha. Mas, nesse caso o álbum de Criolo merece todo o exagero dos críticos. Pelo viés de João Victor Moura.

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Quantos são os álbuns que, ao saírem do forno, já viram “o melhor do ano”, ou “da década”? Muitas vezes o exagero toma conta dos críticos. Mas, de vez em quando, todo o exagero sobre uma obra se mostra coerente. É o caso do Álbum “Nó na Orelha” de Criolo [Doido].

Seja ao ouvir as faixas separadamente, seja ouvindo todo o álbum de uma vez, o resultado é sempre o mesmo: não há como não ficar boquiaberto. O som de Criolo, que não toca nenhum instrumento e compõe só de cabeça, é requintado por violinos e saxofones, mas mantém a batida natural de um rap de contestação. Não só a batida, mas também a mensagem, bem presentes em várias faixas que compõem o álbum, de dez faixas.

Ouça um pouco de Criolo e tire suas próprias conclusões:

NÓ NA ORELHA DO CRIOLO, pelo viés de João Victor Moura

joaovictormoura@revistaovies.com

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  • http://twitter.com/molks Abner

    Achei incrível o álbum do cara. Tem cheiro de coisa nova, arejada. Hip hop de laje com críticas sociais de alto nível. E montagens sonoras finíssimas. Show de bola. Além da mais conhecida, Não Existe Amor em SP, Lion Man é genial!

  • http://silvanadalmaso.blogspot.com Silvana Dalmaso

    Bacana o post, João. Só tinha escutado a primeira e agora pude ouvir mais estas duas que tu anexaste. Massa!