o Brique

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o Brique é o espaço da revista o Viés de troca com outras publicações – blogues, sítios e revistas independentes – que nos reconhecem e que influenciam nossa produção.

Bricabraque, dos tijolos vermelhos que isolam e criam um novo lugar, uma casa própria, segregados do resto do mundo a recriar um útero de lama assada. Bric, onde o que já serviu de aconchego é posto ao léu do olhar alheio a servir para outro alguém em procura do que o esprema entre quatro paredes, como assim era quisto. Da desconstrução, ligamos os cômodos. Dos velhos tijolos, novas paredes.

 

Um dos sítios de maior importância na discussão sobre a imprensa brasileira. Artigos de todo o país, desde grandes teóricos, intelectuais e jornalistas. A imprensa sendo estudada diariamente, mostrando os pontos bons e os que devem ser revistos pelos canais, jornais, blogs e rádios do Brasil inteiro.

O “Jornalismo B” começou como um blog de crítica ao sistema midiático que vigorava no país. Com o tempo e com as novas mídias crescendo, como blogs políticos, sítios contra-hegemônicos e redes colaborativas para suprir um jornalismo social e honesto  que tentava emergir, o “Jornalismo B” tornou-se uma vertente importante no Brasil de crítica ao que vemos diariamente na televisão e na política. Agora, para o leitor do “Jornalismo B” online, há também o periódico impresso. Clique aqui, leia e, quem sabe, assine.

Se o Brasil conquista cada vez mais as salas de cinema e faz o público rir, vibrar e chorar com histórias bem populares, recorrentes ou mesmo mitológicas com um traço bem tupiniquim, a Revista do Cinema Brasileiro tem culpa nisso tudo! Brincadeiras a parte, “o Revista”, como é carinhosamente chamado, trabalha há anos com a vontade de difundir tudo o que é nosso nas telas grandes.

O Jornalirismo está aqui por fazer um excelente trabalho na área de Jornalismo, Literatura e Publicidade.  Foi iniciado por Guilherme Azevedo e  amigos que  preferiram a manifestação livre ao espaço limitado da grande mídia. Nas palavras de Guilherme o que eles fazem também: A gente começou a organizar debates, juntando gente boa da comunicação e da cultura, em encontros presenciais. Já debatemos o jornalismo literário, a criação de filmes publicitários, o marketing político, a relação da cultura popular com a dita sofisticada e muitos outros temas. Só clicar na Imagem ou aqui.

O blog de uma jornalista, formada pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), que trata de assuntos variados, desde os locais aos de interesse global. Silvana Dalmaso escreve em postagens curtas assuntos relevantes e/ou cômicos sem perder o lado crítico que mantém majoritariamente.

O Macondo Coletivo faz parte do Circuito Fora do Eixo, que é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005.

O Macondo Coletivo está geograficamente instalado em Santa Maria, cidade também da revista o Viés. Porém, com o intuito de conceber cultura da forma mais popular e igualitária, o Macondo Coletivo acaba levando produtores e produtos culturais para vários espaços do Brasil.  Há o trabalho com Teatro, Cinema, Artes Visuais, Música e o que mais apresentar-se como arte. Clique e seja bem-vindo ao circuito Macondo.

O grupo independente “Teatro por que não?” tem a mesma raíz da “revista o Viés”. Desvinculado da Universidade Federal de Santa Maria, reúne oito estudantes de Artes Cênicas que montam suas peças e a apresentam por iniciativa própria ou convites. A montagem de “O abajur lilás” (de Plínio Marcos), por exemplo, é premiada e tem apresentações marcadas em cidades como Blumenau e São Paulo.

O que se faz com o correio aberto? Lê-se cartas? Talvez ler não seja permitido, ou feio. Não. As cartas no correio aberto de Giuliana Matiuzzi agora se deixam ler. São memórias, como as que todos resguardam, cartas como muitos gostariam de escrever ou ler. Textos de “um simulacro de jornalista meio avessa à telefone, mas que adora uma boa conversa”.

Segundo a redação d’O Bule, seus colunistas espalham-se por vários estados com o único propósito – fazer/comer/tomar/beber/discutir/divulgar literatura. Os escritores permanentes são Claudio Parreira, Mauro Siqueira, Rogers Silva (contos), Rodrigo Novaes de Alemeida (crônicas), Homero Gomes (Jamé Vu) , Sinvaldo Júnior (resenhas) e Geraldo Lima (micronarrativas). Os colaboradores incrementam o sítio com entrevistas. Vale clicar.

O jornal online Amigos de Pelotas iniciou no ano de 2008. A motivação: monitorar o poder público, trazer possíveis soluções e exercer o espírito crítico a assuntos ligados à cidade gaúcha de Pelotas. Crônicas, contos, poesias, críticas e sugestões variadas completam o jornal. Ironia e fiscalização são marcas do site que ganhou, juntamente com outros dois blogs, o prêmio Top Blog em 2009 na categoria de Variedades.

Mala de garupa é “… é um pequeno saco com uma abertura central e no sentido longitudinal, fechado nas duas extremidades, constituindo dois depósitos de objetos para a viagem.”

Seguindo a descrição ao pé da letra, deposito aqui as quinquilharias que saem da minha cabeça, sendo elas úteis ou não pra viagem (seja ela qual for). Yuri Lima é estudante de jornalismo na UFSM (Santa Maria, RS, BR)

O blog do Byrata tem de tudo. A cultura é o forte. Comentários rápidos sobre o que está acontecendo de interessante principalmente em Santa Maria (RS), terra geográfica da revista o Viés. Byrata desenha, e bem. Confira o blog!

A RadioCom é uma rádio comunitária do município de Pelotas (RS). Com pautas diversificadas, abre a possibilidade das vozes minoritárias serem ouvidas. Cultura, política, questões socias e, claro, boa música circulam pelas ondas da rádio. No site, a rádio pode ser ouvida por todos. Se você quer saber mais sobre o trabalho da RadioCom, confira a reportagem sobre ela clicando aqui.

O blog do Byrata tem de tudo. A cultura é o forte. Comentários rápidos sobre o que está acontecendo de interessante principalmente em Santa Maria (RS), terra geográfica da revista o Viés. Byrata desenha, e bem. Confira o blog!